No texto anterior, perguntei quem pode contar a história dos alemães no Brasil. A resposta que encontrei foi incômoda: essa história costuma ser narrada dentro de um quadro de interpretação aceito na Alemanha, muitas vezes por pesquisadores alemães, e raramente a partir da perspectiva brasileira. Este texto continua aquela pergunta, agora num terreno mais ruidoso. Fora das universidades, nas redes sociais, a mesma história está sendo recontada, e de forma ainda mais seletiva.
O post que se espalha
O roteiro se repete em vídeos, postagens e comentários. Avós que apanharam na escola por falar alemão. Famílias que enterraram livros no quintal. Rádios confiscados, associações fechadas, nomes de ruas trocados. A conclusão vem pronta: o Brasil foi cruel com os alemães, que só queriam trabalhar e preservar sua cultura.
Muitas dessas memórias são verdadeiras e merecem respeito. Crianças foram punidas por falar a única língua que conheciam. Famílias inocentes viveram sob suspeita, e houve prisões arbitrárias. Nada disso deve ser minimizado.
O problema não está no que essas narrativas contam, mas no que deixam de fora. Elas começam em 1938 ou em 1942, como se a história tivesse começado ali. Ignoram o século anterior, em que o Estado brasileiro tratou os imigrantes europeus como convidados preferenciais. Ignoram o projeto político que, a partir da Alemanha, tentou transformar comunidades de imigrantes em postos avançados da nação alemã. Ignoram por que, em 1942, o Brasil estava em guerra contra a Alemanha. E ignoram que, décadas depois, uma das maiores empresas alemãs empregou um criminoso nazista em sua fábrica brasileira e colaborou com a repressão da ditadura militar.
Um Império que escolheu seus imigrantes
A imigração alemã organizada começou em 1824, com a fundação de São Leopoldo, no Rio Grande do Sul. O nome homenageia a imperatriz Leopoldina, austríaca da casa de Habsburgo e esposa de Pedro I, que incentivou ativamente a vinda de colonos de língua alemã.¹
Seu filho, Pedro II, deu continuidade a essa política. Sob seu reinado surgiram Petrópolis, em 1845, Blumenau, em 1850, e a colônia Dona Francisca, atual Joinville, em 1851. Aqui é preciso cautela. Pedro II tinha ascendência austríaca pela mãe, falava alemão e admirava a ciência e a cultura alemãs, mas nasceu e foi criado no Brasil como monarca brasileiro. A preferência por imigrantes europeus não foi um capricho pessoal de origem étnica, e sim a política de uma elite inteira.
Essa política tinha um lado sombrio. Em 1850, a Lei de Terras restringiu o acesso à terra a quem pudesse comprá-la, o que excluiu na prática os escravizados libertos e a população pobre. Em 1888, a Abolição libertou centenas de milhares de pessoas sem terra, sem escola e sem indenização. Enquanto isso, o Estado subsidiava passagens, lotes e instalação para colonos europeus. Por trás disso estava a ideologia do “branqueamento”: a ideia de que a imigração europeia “melhoraria” a população brasileira.²
Os imigrantes alemães não foram responsáveis por essa política, mas foram seus beneficiários. Receberam o que foi negado aos ex-escravizados, aos indígenas e aos nordestinos pobres. Qualquer relato sobre o sofrimento dos teuto-brasileiros no século XX que omita esse ponto de partida conta a história pela metade.
Da preservação cultural ao projeto político
Nas colônias do Sul, os imigrantes construíram escolas, igrejas, jornais e associações em alemão. Em muitas regiões, o Estado brasileiro simplesmente não estava presente, e as comunidades se organizaram sozinhas. Preservar a língua e os costumes era, em grande parte, uma necessidade prática e um direito legítimo.
A partir do fim do século XIX, porém, essa preservação ganhou outra dimensão. Na Alemanha recém-unificada, o pangermanismo passou a ver as comunidades alemãs no exterior como parte da nação alemã, o Deutschtum. O Sul do Brasil apareceu em publicações pangermanistas como espaço de influência alemã, e houve quem sonhasse com uma “nova Alemanha” na região.³ Nem todos os teuto-brasileiros aderiram a essas ideias, e a maioria provavelmente nunca pensou nelas. Mas o discurso existia, era alimentado a partir da Alemanha e chegava às comunidades por meio de escolas, igrejas e imprensa.
No Brasil, a reação veio cedo. Em 1906, o crítico Sílvio Romero publicou O alemanismo no sul do Brasil, alertando para o “perigo alemão”.⁴ Em 1917, depois do afundamento de navios brasileiros por submarinos alemães, o Brasil entrou na Primeira Guerra Mundial. Houve ataques a empresas e propriedades alemãs em várias cidades.⁵ A tensão entre a identidade teuto-brasileira e o Estado nacional, portanto, não nasceu com Getúlio Vargas.
O historiador René Gertz mostrou que o “perigo alemão” foi em parte exagerado pelo nacionalismo brasileiro.⁶ Essa ressalva é importante e deve ser levada a sério. Mas exagerar um perigo não é inventá-lo. O projeto do Deutschtum existiu, e é dele que trata o texto anterior desta série.
Os anos 1930: a suástica no Vale do Itajaí
Com a ascensão do nazismo, o projeto ganhou estrutura. Segundo a historiadora Ana Maria Dietrich, o partido nazista no Brasil teve cerca de 2.900 filiados, atuou em 17 estados e foi o maior grupo partidário nazista fora da Alemanha, numa rede presente em 83 países.⁷ Escolas, clubes e jornais de língua alemã foram pressionados a se alinhar ao regime. Muitos teuto-brasileiros resistiram ou se mantiveram indiferentes. Outros aderiram com entusiasmo.
Foi nesse contexto que o Estado Novo lançou, a partir de 1938, a campanha de nacionalização. Escolas em língua estrangeira foram fechadas ou obrigadas a ensinar em português, associações foram dissolvidas e jornais foram proibidos.
Em agosto de 1942, o submarino alemão U-507 afundou uma série de navios brasileiros na costa da Bahia e de Sergipe. Só o Baependi, torpedeado na noite de 15 de agosto, deixou cerca de 270 mortos. No total, os ataques daqueles dias mataram por volta de 600 pessoas, entre elas famílias inteiras em viagem pela costa. Em 22 de agosto, o Brasil reconheceu o estado de guerra com a Alemanha e a Itália.⁸ A repressão se intensificou, e falar alemão em público passou a ser proibido.⁹
A campanha foi autoritária, muitas vezes brutal e frequentemente injusta com pessoas que nada tinham a ver com o nazismo. Ela também não atingiu apenas os alemães: italianos e, sobretudo, japoneses sofreram restrições semelhantes ou piores. Mas ela não surgiu do nada. Respondia, de forma desproporcional e autoritária, a um projeto político real, conduzido por um Estado estrangeiro que afundou navios brasileiros e depois entrou em guerra contra o Brasil.
Filinto Müller: a repressão com sobrenome alemão
Há uma figura que complica qualquer narrativa simples: Filinto Müller. Nascido em Cuiabá, em 1900, descendente de alemães, ele chefiou a polícia do Distrito Federal entre 1933 e 1942 e foi um dos principais executores da repressão política do governo Vargas.¹⁰
Foi sob seu comando que a militante comunista Olga Benário, alemã e judia, grávida, foi entregue em 1936 ao governo nazista, junto com Elise Ewert. Olga foi assassinada em 1942, num centro de extermínio na Alemanha. Filinto Müller era conhecido por sua simpatia pelos regimes fascistas e foi afastado do cargo em 1942, quando o Brasil se aproximou dos Aliados. Mais tarde, tornou-se senador e um dos líderes políticos da ditadura militar.
O caso mostra que a linha divisória não passava entre “brasileiros” e “alemães”. Um descendente de alemães comandou a polícia que reprimia opositores e entregou uma judia alemã aos nazistas. Ao mesmo tempo, o regime a que ele servia perseguia as comunidades teuto-brasileiras. As redes sociais que retratam os alemães no Brasil apenas como vítimas não têm lugar para Filinto Müller.
Geisel: integração e uma pergunta em aberto
A família Geisel mostra outro caminho. Wilhelm August Geisel chegou ao Brasil vindo de Herborn, em Hessen, em 1883, aos 16 anos. Em Estrela, no Rio Grande do Sul, lecionou na escola da comunidade luterana e foi juiz de paz. Mais tarde, tornou-se dono de cartório em Bento Gonçalves, onde Ernesto nasceu em 1907.¹¹ Ernesto Geisel cresceu num meio luterano e de língua alemã.
Ele e o irmão Orlando fizeram carreira no Exército brasileiro, a instituição que, nos anos 1930 e 1940, conduziu a campanha de nacionalização nas regiões de colonização alemã. Orlando chegou a ministro do Exército. Ernesto tornou-se o quarto presidente da ditadura militar e o primeiro presidente protestante do Brasil.
Como presidente, Geisel escolheu a Alemanha como parceira do grande acordo nuclear de 1975. As razões documentadas são técnicas e políticas: os Estados Unidos se recusavam a transferir a tecnologia do ciclo completo do combustível, e a Alemanha a oferecia. É legítimo perguntar se a origem de Geisel pesou nessa escolha, mas os documentos não dão resposta. O que se sabe é que a terra de seu pai não retribuiu a confiança: durante todo esse período, o serviço secreto alemão tinha acesso às comunicações do governo brasileiro, em sociedade com a CIA.¹²
Geisel não confirma nem desmente a tese de que os descendentes de alemães mantinham lealdade à Alemanha. Mostra apenas que a identidade teuto-brasileira produziu trajetórias muito diferentes.
Volkswagen: um comandante de Treblinka na fábrica
Em outubro de 1959, a Volkswagen do Brasil contratou para sua fábrica em São Bernardo do Campo um austríaco chamado Franz Stangl. Ele havia comandado os campos de extermínio de Sobibor e Treblinka, onde centenas de milhares de judeus foram assassinados. Vivia no Brasil desde o início dos anos 1950 e trabalhava com o próprio nome.¹³ A empresa sempre afirmou desconhecer seu passado.
Segundo o relatório final da Comissão Nacional da Verdade, de 2014, Stangl foi o responsável pela montagem do setor de vigilância e monitoramento da fábrica. Esse setor acompanhava o cotidiano dos operários e prestava atenção especial à atividade sindical considerada “subversiva”.¹⁴ Stangl foi preso em São Paulo em 28 de fevereiro de 1967, extraditado para a Alemanha Ocidental e condenado à prisão perpétua em 1970. Morreu na prisão no ano seguinte.
A estrutura que ele ajudou a criar sobreviveu à sua saída. A partir de 1969, sob o comando do coronel Adhemar Rudge, a segurança industrial da Volkswagen colaborou com o DOPS, a polícia política da ditadura. Um estudo encomendado pela própria empresa ao historiador alemão Christopher Kopper, da Universidade de Bielefeld, concluiu em 2017 que a VW do Brasil foi irrestritamente leal ao regime militar. As informações repassadas pela empresa levaram à prisão de pelo menos sete operários, e até 1980 trabalhadores foram demitidos por atividade sindical.¹⁵ O operário Lúcio Bellentani relatou à Comissão Nacional da Verdade que foi preso dentro da fábrica e torturado com a conivência da segurança da empresa.
Em 2020, a Volkswagen firmou com o Ministério Público um termo de ajustamento de conduta e aceitou pagar R$ 36,3 milhões. O dinheiro foi destinado a ex-trabalhadores perseguidos e a projetos de memória e direitos humanos. Em troca, a empresa não foi processada criminalmente.¹⁶ A Volkswagen não foi um caso isolado: pesquisas recentes mostram que outras montadoras estrangeiras também colaboraram com o aparato repressivo.¹⁷
O caso não diz respeito aos teuto-brasileiros, mas a uma empresa alemã. Ainda assim, pertence a esta história. Mostra que a relação entre a Alemanha e o Brasil no século XX não pode ser contada apenas como a de imigrantes perseguidos por um Estado autoritário. Uma das maiores empresas alemãs empregou um genocida nazista, que organizou a vigilância de operários brasileiros, e depois colaborou com a repressão da ditadura. As narrativas que hoje apresentam os alemães no Brasil apenas como vítimas também não têm lugar para isso.
Hoje: identidade, festa e memória seletiva
A identidade teuto-brasileira continua viva. Blumenau realiza desde 1984 uma das maiores Oktoberfests do mundo. Pomerode se apresenta como “a cidade mais alemã do Brasil”.
O Estado brasileiro que um dia proibiu o alemão hoje protege as línguas dos imigrantes. Em 2011, o Espírito Santo incluiu o pomerano e o alemão entre os patrimônios culturais do estado em sua Constituição. Em 2012, o Rio Grande do Sul reconheceu o hunsrik como patrimônio histórico e cultural. Municípios como Pomerode, em Santa Catarina, tornaram o pomerano língua cooficial, e Antônio Carlos, também em Santa Catarina, fez o mesmo com o hunsrik.¹⁸ Esse fato quase nunca aparece nas narrativas de vitimização.
Em junho de 2014, enquanto o Brasil sediava a Copa do Mundo, o programa Nachtcafé, da televisão alemã SWR, convidou Kathleen Zwicker, Miss Blumenau 2013, para um debate sobre o que ainda seria “tipicamente alemão”. Era a primeira vez que ela estava na Alemanha. Diante do público alemão, de Dirndl, ela declarou: “Temos sangue alemão. Nascemos no Brasil, mas somos alemães.” Perguntada se estava decepcionada com o “sonho Alemanha”, respondeu que não queria mais voltar ao Brasil. A plateia riu e aplaudiu.¹⁹
Não se trata de criticar uma jovem que cultiva a herança da família. O que chama atenção é o argumento que ela usou: o sangue. Não a língua, não a cidadania, não a vida vivida na Alemanha, que ela até então não conhecia, mas a descendência. É a mesma lógica que, um século antes, sustentava o projeto do Deutschtum: a ideia de que quem tem sangue alemão pertence à nação alemã, onde quer que tenha nascido. A Alemanha baseou sua própria lei de cidadania nesse princípio de 1913 até a reforma de 2000.²⁰ Que essa ideia ainda seja dita com naturalidade por uma representante oficial de Blumenau, cidade fundada com terras e subsídios do Estado brasileiro, e recebida com aplausos num estúdio alemão, mostra que a história contada neste texto não terminou.
Nas redes sociais, essa identidade costuma vir acompanhada de uma memória seletiva. A proibição do alemão aparece como injustiça sem contexto. Desaparecem a suástica nos clubes do Vale do Itajaí, os submarinos que afundaram navios brasileiros, o pangermanismo que via o Sul do Brasil como território alemão e o comandante de Treblinka na fábrica da Volkswagen. Desaparece também o ponto de partida: os imigrantes europeus receberam do Estado brasileiro aquilo que foi negado aos descendentes de africanos e aos povos indígenas. A memória de uma perseguição é preservada. A memória de um privilégio, não.
Quem conta a história
O texto anterior desta série perguntava quem pode contar a história dos alemães no Brasil. As redes sociais deram uma resposta inesperada: qualquer pessoa, desde que conte apenas o capítulo do sofrimento. Essa versão agrada a quem quer ver os teuto-brasileiros como vítimas e encontra eco num quadro de interpretação, comum na Alemanha, que reconhece a perseguição aos alemães no exterior, mas raramente a política racial que os favoreceu, o projeto político que tentou instrumentalizá-los ou a cumplicidade de empresas alemãs com a ditadura brasileira.
Contar a história inteira não significa negar a repressão do Estado Novo. Significa colocá-la ao lado de Leopoldina e da Lei de Terras, de Sílvio Romero e do pangermanismo, dos navios afundados em 1942, de Filinto Müller e de Olga Benário, de Geisel e do acordo nuclear, de Franz Stangl e dos operários de São Bernardo. Os teuto-brasileiros não foram apenas vítimas nem apenas privilegiados. Foram tudo isso, em proporções que variaram conforme a época, a região e a família.
A história dos alemães no Brasil é uma história brasileira. Ela merece ser contada a partir do Brasil, com todas as suas contradições, e não reduzida a um vídeo de um minuto.
Notas e fontes
ROCHE, Jean. A colonização alemã e o Rio Grande do Sul. Porto Alegre: Globo, 1969. 2 v.
SKIDMORE, Thomas E. Preto no branco: raça e nacionalidade no pensamento brasileiro. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1976.
SEYFERTH, Giralda. Nacionalismo e identidade étnica: a ideologia germanista e o grupo étnico teuto-brasileiro numa comunidade do Vale do Itajaí. Florianópolis: Fundação Catarinense de Cultura, 1982.
ROMERO, Sílvio. O alemanismo no sul do Brasil: seus perigos e meios de os conjurar. Rio de Janeiro, 1906.
LUEBKE, Frederick C. Germans in Brazil: A Comparative History of Cultural Conflict During World War I. Baton Rouge: Louisiana State University Press, 1987.
GERTZ, René. O perigo alemão. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 1991.
DIETRICH, Ana Maria. Nazismo tropical? O partido nazista no Brasil. São Paulo: Todas as Musas, 2012. Originalmente tese de doutorado, Universidade de São Paulo, 2007. Outras fontes citam até 4.500 filiados.
Sobre os afundamentos de agosto de 1942, ver “O ataque ao ‘Baependi’: o torpedeamento que levou o Brasil à guerra em 1942”. Poder Naval, 14 maio 2025. As estimativas do total de mortos variam entre cerca de 600 e 607.
Sobre a campanha de nacionalização, ver SEYFERTH (nota 3) e GERTZ (nota 6).
Verbete “Filinto Müller”. Dicionário Histórico-Biográfico Brasileiro. Rio de Janeiro: CPDOC/FGV. Sobre Olga Benário, ver MORAIS, Fernando. Olga. São Paulo: Alfa-Omega, 1985.
FGV. Atlas Histórico do Brasil, verbete “Ernesto Geisel (1974–1979)”; GASPARI, Elio. Arquivos da Ditadura, “A infância de Geisel”; SESC SÃO PAULO, “O senhor da chave”.
Ver o artigo desta série Brasil–Alemanha: a confiança traída e as fontes ali citadas.
SERENY, Gitta. Into That Darkness: From Mercy Killing to Mass Murder. Londres: André Deutsch, 1974. Edição brasileira: No meio das trevas.
COMISSÃO NACIONAL DA VERDADE. Relatório final. Brasília, 2014, v. II.
KOPPER, Christopher. A VW do Brasil durante a Ditadura Militar brasileira 1964–1985: uma abordagem histórica. Wolfsburg: Volkswagen AG, 2017. Disponível em português, alemão e inglês no site do Grupo Volkswagen.
MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL; MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO. Termo de Ajustamento de Conduta com a Volkswagen do Brasil, 2020. O encerramento do inquérito foi homologado em 15 de janeiro de 2021.
REINA, Eduardo; FERRASOLI, Maria Angélica. Repressão Sociedade Anônima. São Paulo: Alameda, 2026. O livro trata da colaboração de Mercedes-Benz, Volkswagen, General Motors, Scania e Ford com a ditadura.
ESPÍRITO SANTO. Emenda à Constituição Estadual (PEC 11/2009, aprovada em 2011), art. 182. RIO GRANDE DO SUL. Lei nº 14.061, de 23 de julho de 2012. POMERODE (SC). Lei nº 2.907, de 23 de maio de 2017. ANTÔNIO CARLOS (SC). Lei nº 132/2010.
Nachtcafé: “Typisch Deutsch – gibt’s das noch?”. Apresentação: Wieland Backes. SWR Fernsehen, 27 jun. 2014, por volta de 1h21 do programa. Participação de Kathleen S. Zwicker, Miss Blumenau 2013. Ver também WITTMANN, Angelina. “Kathleen S. Zwicker – Miss Blumenau 2013 – Na TV alemã”. Blog Arte-Cultura-História e Antropologia, jun. 2014
ALEMANHA. Reichs- und Staatsangehörigkeitsgesetz, de 22 de julho de 1913, que baseava a cidadania na descendência (ius sanguinis). A reforma da lei de nacionalidade, em vigor desde 1º de janeiro de 2000, introduziu elementos do direito de solo (ius soli) para filhos de estrangeiros nascidos na Alemanha.











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